A PROMOCAT atingiu a proposta de, nesta última edição da ExpoCatólica, reunir, pela primeira vez no Brasil, congregações da Igreja em um só ambiente.
O feito foi um sucesso e deverá ter continuidade nos próximas edições da feira. Além de jovens, interessados em conhecer as opções de institutos para seu ingresso, outros religiosos vieram à ExpoCatólica puderam prestigiar as congregações irmãs. Até mesmo o público leigo pôde circular entre os estandes, conversar com os representantes e saber um pouco mais a respeito de cada instituto que ali esteve presente.
Agosto - o mês das vocaçõesO mês de agosto foi escolhido para refletir e rezar especificamente sobre Vocações. A escolha do mês tem relação à festa de São João Maria Vianey, padroeiro dos párocos e vigários paroquiais, que se celebra dia 4 de agosto. Assim, o mês vocacional, inicialmente, tinha como único alvo a vocação presbiteral. Ao correr dos anos, o mês passou a recordar que as demais vocações devem ser motivo de reflexão e oração, e inclui hoje a vocação religiosa e missionária e a vocação laical, com destaque para a vocação à família e ao ministério da catequese.
Na organização prática, cada semana do mês procura tratar de um tema, tendo como pano de fundo a vocação batismal, pois a Igreja é um povo sacerdotal. Por outro lado, ao participarmos dessas comemorações não podemos ignorar a vocação à vida cristã. Todos somos vocacionados à santidade e fora desse caminho não temos como viver bem, qualquer que seja a nossa vocação pessoal.
Fontes: CNBB.org/ catedral.org / saocristovao.org
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quinta-feira, 27 de março de 2008
5º edição da ExpoCatólica bate recorde de público
A 5ª. edição da Expocatólica, realizada de 16 a 19 de agosto, no Pavilhão Amarelo do Expocenter Norte, em São Paulo, bateu recorde de público. Passaram pela feira 34.000 visitantes durante os quatro dias do evento, dentre presbíteros e o público leigo, que puderam conhecer as últimas inovações do segmento católico.
O sucesso de visitação deve-se ao fato da feira ter se tornado conhecida de seu público-alvo, e também, a novas ações de marketing, como por exemplo a divulgação de comerciais para o público leigo na TV Cultura, além das mídias parceiras tradicionais, como a Rede Vida, Canção Nova e a TV Aparecida. O resultado foi expressivo e, comparando com os números da edição anterior, houve um crescimento três vezes maior na visitação profissional (religiosos e sacerdotes) e também entre compradores do atacado (livreiros e lojistas).
Segundo Fábio Castro, um dos diretores da PROMOCAT, empresa responsável pela ExopCatólica, o aumento no volume de visitantes era esperado, mas não se imaginava tanto. ?De fato, a visitação conquistada na feira nos surpreendeu positivamente, apesar de esperar um aumento de público. Em relação a isso, nossa expectativa foi superada em 30%."
A outra boa notícia que acompanha esse recorde de público diz respeito ao volume de alimentos doados pelos visitantes. Ao todo foram arrecadadas seis toneladas de alimentos, que serão revertidos para instituições de caridade.
A ExpoCatólica reuniu cerca de 150 expositores e os principais produtos e serviços voltados para o maior segmento religioso do país. Os expositores trouxeram para o Pavilhão Amarelo do ExpoCenter Norte camisetas com motivos religiosos, quadros e esculturas, jóias, muitos livros, artigos de decoração, velas para liturgia e aromáticas, dentre outras novidades.
Nesta 5º edição, religiosos das mais diversas instituições, prestigiaram especialmente a Expo Vocacional - espaço que reuniu 42 congregações, dentre a diversidade existente na igreja, destinado a jovens seminaristas, visitantes religiosos e leigos.
Outro fato marcante foi o debate sobre o documento referente à 5º Conferência Geral Latino Americana e Caribe ? CELAM na ExpoCatólica, com as presenças de Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de São Paulo, vereador Carlos Francisco Signorelli, Karl Josef Rommer, da comissão de elaboração do Léxicon, enviado especial do Vaticano para o evento.
O CONAGE ? Congresso Nacional de Gestão Eclesial - reuniu cinco ciclos de palestras, cujos temas versaram sobre Liderança e Gestão de pessoas, Estratégia de Planejamento Pastoral, Contabilidade e Controle de Custos, Administração Eclesial, Dízimo e Captação de Recursos, com os principais nomes do meio, que falaram a respeito de temas pertinentes ao cotidiano eclesial.
O sucesso de visitação deve-se ao fato da feira ter se tornado conhecida de seu público-alvo, e também, a novas ações de marketing, como por exemplo a divulgação de comerciais para o público leigo na TV Cultura, além das mídias parceiras tradicionais, como a Rede Vida, Canção Nova e a TV Aparecida. O resultado foi expressivo e, comparando com os números da edição anterior, houve um crescimento três vezes maior na visitação profissional (religiosos e sacerdotes) e também entre compradores do atacado (livreiros e lojistas).
Segundo Fábio Castro, um dos diretores da PROMOCAT, empresa responsável pela ExopCatólica, o aumento no volume de visitantes era esperado, mas não se imaginava tanto. ?De fato, a visitação conquistada na feira nos surpreendeu positivamente, apesar de esperar um aumento de público. Em relação a isso, nossa expectativa foi superada em 30%."
A outra boa notícia que acompanha esse recorde de público diz respeito ao volume de alimentos doados pelos visitantes. Ao todo foram arrecadadas seis toneladas de alimentos, que serão revertidos para instituições de caridade.
A ExpoCatólica reuniu cerca de 150 expositores e os principais produtos e serviços voltados para o maior segmento religioso do país. Os expositores trouxeram para o Pavilhão Amarelo do ExpoCenter Norte camisetas com motivos religiosos, quadros e esculturas, jóias, muitos livros, artigos de decoração, velas para liturgia e aromáticas, dentre outras novidades.
Nesta 5º edição, religiosos das mais diversas instituições, prestigiaram especialmente a Expo Vocacional - espaço que reuniu 42 congregações, dentre a diversidade existente na igreja, destinado a jovens seminaristas, visitantes religiosos e leigos.
Outro fato marcante foi o debate sobre o documento referente à 5º Conferência Geral Latino Americana e Caribe ? CELAM na ExpoCatólica, com as presenças de Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de São Paulo, vereador Carlos Francisco Signorelli, Karl Josef Rommer, da comissão de elaboração do Léxicon, enviado especial do Vaticano para o evento.
O CONAGE ? Congresso Nacional de Gestão Eclesial - reuniu cinco ciclos de palestras, cujos temas versaram sobre Liderança e Gestão de pessoas, Estratégia de Planejamento Pastoral, Contabilidade e Controle de Custos, Administração Eclesial, Dízimo e Captação de Recursos, com os principais nomes do meio, que falaram a respeito de temas pertinentes ao cotidiano eclesial.
quinta-feira, 20 de março de 2008
O que podemos contemplar no ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro?

Esta amável pintura pode parecer estranha aos olhos ocidentais modernos. Não retrata Maria como uma jovem delicada de olhos melancólicos. Seu olhar direto, seus traços fortes, chamam a nossa atenção. Ficamos impressionados com os detalhes irreais das figuras. Jesus tem o porte de uma criancinha, mas suas feições são as de um menino maior. Maria e Jesus não estão inseridos numa cena, mas flutuam num fundo dourado. O ícone tem, ainda, vários outros símbolos:
1. Iniciais gregas para "Mãe de Deus".
2 - A estrela que nos guia no caminho seguro ao céu. A estrela no véu indica que Maria é a Estrela do mar, aquela que trouxe a luz de Cristo num mundo envolto nas trevas, na escuridão
3 - A inicial grega do "Arcanjo São Miguel" levando a lança e a esponja da a paixão de Cristo
4 - A Inicial grega para "E Arcanjo São Gabriel " Que assegura nas mãos a cruz e os pregos
5 - A boca pequena de Maria: nos lembra o seu silencio. Aquela que meditava tudo no seu coração.
6 - Os olhos grandes de Maria: exprimem a contemplação do seu Filho e nos lembram a sua atenção e preocupação por todas as nossas necessidades. O menino que não olha a Mãe, mas olha a cruz , indica a consciência de Jesus de sua missão de Salvador
7- Túnica vermelha: é a cor usada pelas virgens nos tempos de Jesus; nos lembra a sua dor aos pés da Cruz.
8 - Iniciais gregas " Jesus Cristo
9 - Capa azul marinho: significa Maria é Virgem e Mãe .
10 - A Mão esquerda de Maria: assegura as mãos do Menino Jesus : simbolizam que Só Ela é sua Mãe.
11 - As mãos de Jesus em volta da mão de Maria significam que sua Mãe nos ajuda a vivermos na graça da salvação.A mão de Maria nos indica que devemos como ter Cristo em nossas mãos .
12 - Sandália: É o símbolo de uma alma que se consagra a Maria, e Maria é este fio que nos segura em Cristo.
2 - A estrela que nos guia no caminho seguro ao céu. A estrela no véu indica que Maria é a Estrela do mar, aquela que trouxe a luz de Cristo num mundo envolto nas trevas, na escuridão
3 - A inicial grega do "Arcanjo São Miguel" levando a lança e a esponja da a paixão de Cristo
4 - A Inicial grega para "E Arcanjo São Gabriel " Que assegura nas mãos a cruz e os pregos
5 - A boca pequena de Maria: nos lembra o seu silencio. Aquela que meditava tudo no seu coração.
6 - Os olhos grandes de Maria: exprimem a contemplação do seu Filho e nos lembram a sua atenção e preocupação por todas as nossas necessidades. O menino que não olha a Mãe, mas olha a cruz , indica a consciência de Jesus de sua missão de Salvador
7- Túnica vermelha: é a cor usada pelas virgens nos tempos de Jesus; nos lembra a sua dor aos pés da Cruz.
8 - Iniciais gregas " Jesus Cristo
9 - Capa azul marinho: significa Maria é Virgem e Mãe .
10 - A Mão esquerda de Maria: assegura as mãos do Menino Jesus : simbolizam que Só Ela é sua Mãe.
11 - As mãos de Jesus em volta da mão de Maria significam que sua Mãe nos ajuda a vivermos na graça da salvação.A mão de Maria nos indica que devemos como ter Cristo em nossas mãos .
12 - Sandália: É o símbolo de uma alma que se consagra a Maria, e Maria é este fio que nos segura em Cristo.
A redescoberta do ícone
Em janeiro de 1855, os Missionários Redentoristas adquiriram "Villa Caserta" em Roma, fazendo dela sua Casa Generalícia. Nesta mesma propriedade, junto à Via Merulana, estavam as ruínas da Igreja e do Convento de São Mateus. Sem percebê-lo na ocasião, eles tinham adquirido o terreno que, muitos anos antes, tinha sido escolhido pela Virgem para seu santuário entre Santa Maria Maior e São João de Latrão.
Quatro meses depois, foi começada a construção de uma igreja em honra do Santíssimo Redentor e dedicada a Santo Afonso de Ligório, fundador da Congregação.
Apesar disso, surgiam alguns questionamentos em torno do quadro. Entre eles, as referências que relacionavam o ícone à Igreja de São Mateus. O Cronista da comunidade redentorista, "examinando alguns autores que tinham escrito sobre as antiguidades romanas, encontrou referências à Igreja de São Mateus. Entre elas havia uma citação particular, mencionando que naquela igreja (que estava situada na área do jardim da comunidade) havia um antigo ícone da Mãe de Deus, que gozava de 'grande veneração e fama por seus milagres.' Então, "tendo contado tudo isto à comunidade, começaram a se perguntar onde poderia estar o quadro. O Pe. Marchi repetiu tudo o que ouvira do Irmão Agostinho Orsetti e disse a seus confrades que, muitas vezes, tinha visto o ícone e sabia muito bem onde se achava."
Quatro meses depois, foi começada a construção de uma igreja em honra do Santíssimo Redentor e dedicada a Santo Afonso de Ligório, fundador da Congregação.
Apesar disso, surgiam alguns questionamentos em torno do quadro. Entre eles, as referências que relacionavam o ícone à Igreja de São Mateus. O Cronista da comunidade redentorista, "examinando alguns autores que tinham escrito sobre as antiguidades romanas, encontrou referências à Igreja de São Mateus. Entre elas havia uma citação particular, mencionando que naquela igreja (que estava situada na área do jardim da comunidade) havia um antigo ícone da Mãe de Deus, que gozava de 'grande veneração e fama por seus milagres.' Então, "tendo contado tudo isto à comunidade, começaram a se perguntar onde poderia estar o quadro. O Pe. Marchi repetiu tudo o que ouvira do Irmão Agostinho Orsetti e disse a seus confrades que, muitas vezes, tinha visto o ícone e sabia muito bem onde se achava."
A redescoberta do ícone
Em janeiro de 1855, os Missionários Redentoristas adquiriram "Villa Caserta" em Roma, fazendo dela sua Casa Generalícia. Nesta mesma propriedade, junto à Via Merulana, estavam as ruínas da Igreja e do Convento de São Mateus. Sem percebê-lo na ocasião, eles tinham adquirido o terreno que, muitos anos antes, tinha sido escolhido pela Virgem para seu santuário entre Santa Maria Maior e São João de Latrão.
Quatro meses depois, foi começada a construção de uma igreja em honra do Santíssimo Redentor e dedicada a Santo Afonso de Ligório, fundador da Congregação.
Apesar disso, surgiam alguns questionamentos em torno do quadro. Entre eles, as referências que relacionavam o ícone à Igreja de São Mateus. O Cronista da comunidade redentorista, "examinando alguns autores que tinham escrito sobre as antiguidades romanas, encontrou referências à Igreja de São Mateus. Entre elas havia uma citação particular, mencionando que naquela igreja (que estava situada na área do jardim da comunidade) havia um antigo ícone da Mãe de Deus, que gozava de 'grande veneração e fama por seus milagres.' Então, "tendo contado tudo isto à comunidade, começaram a se perguntar onde poderia estar o quadro. O Pe. Marchi repetiu tudo o que ouvira do Irmão Agostinho Orsetti e disse a seus confrades que, muitas vezes, tinha visto o ícone e sabia muito bem onde se achava."
Quatro meses depois, foi começada a construção de uma igreja em honra do Santíssimo Redentor e dedicada a Santo Afonso de Ligório, fundador da Congregação.
Apesar disso, surgiam alguns questionamentos em torno do quadro. Entre eles, as referências que relacionavam o ícone à Igreja de São Mateus. O Cronista da comunidade redentorista, "examinando alguns autores que tinham escrito sobre as antiguidades romanas, encontrou referências à Igreja de São Mateus. Entre elas havia uma citação particular, mencionando que naquela igreja (que estava situada na área do jardim da comunidade) havia um antigo ícone da Mãe de Deus, que gozava de 'grande veneração e fama por seus milagres.' Então, "tendo contado tudo isto à comunidade, começaram a se perguntar onde poderia estar o quadro. O Pe. Marchi repetiu tudo o que ouvira do Irmão Agostinho Orsetti e disse a seus confrades que, muitas vezes, tinha visto o ícone e sabia muito bem onde se achava."
O Religioso idoso
Os anos corriam e parecia que o quadro cairia em esquecimento. Irmão Agostinho morreu em 1853, com 86 anos, sem ver realizado o seu desejo de que a Virgem do Perpétuo Socorro fosse de novo exposta à veneração pública.
Três séculos na igreja de São Mateus
A Igreja de S. Mateus não era grande, mas possuía um inestimável tesouro que atraía os fiéis: o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Em 1798, a guerra atingiu Roma e o convento e a igreja foram quase totalmente destruídos. Alguns Agostinianos permaneceram lá por mais alguns anos, mas eventualmente eles também tiveram de ir embora. Alguns voltaram para a Irlanda, outros foram para novas fundações na América, mas a maioria passou para um convento vizinho. Este último grupo levou consigo o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Assim começou o terceiro estágio da história, os "anos ocultos".
Em 1819, os Agostinianos irlandeses se transferiram para a Igreja de Santa Maria in Posterula, e com eles foi a "Virgem de São Mateus". Mas como "Nossa Senhora da Graça" era já venerada naquela igreja, o quadro recém-chegado foi posto numa capela interna do convento, onde ele permaneceu, quase desconhecido, a não ser pelo Irmão Agostinho Orsetti, um dos jovens frades provenientes de São Mateus, e pelo jovem coroinha chamado Michele Marchi, que visitava muitas vezes a igreja de Santa Maria in Posterula e, por isso, tornou-se amigo do Irmão Agostinho. Muito mais tarde, Marchi foi ordenado sacerdote.
Em 1798, a guerra atingiu Roma e o convento e a igreja foram quase totalmente destruídos. Alguns Agostinianos permaneceram lá por mais alguns anos, mas eventualmente eles também tiveram de ir embora. Alguns voltaram para a Irlanda, outros foram para novas fundações na América, mas a maioria passou para um convento vizinho. Este último grupo levou consigo o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Assim começou o terceiro estágio da história, os "anos ocultos".
Em 1819, os Agostinianos irlandeses se transferiram para a Igreja de Santa Maria in Posterula, e com eles foi a "Virgem de São Mateus". Mas como "Nossa Senhora da Graça" era já venerada naquela igreja, o quadro recém-chegado foi posto numa capela interna do convento, onde ele permaneceu, quase desconhecido, a não ser pelo Irmão Agostinho Orsetti, um dos jovens frades provenientes de São Mateus, e pelo jovem coroinha chamado Michele Marchi, que visitava muitas vezes a igreja de Santa Maria in Posterula e, por isso, tornou-se amigo do Irmão Agostinho. Muito mais tarde, Marchi foi ordenado sacerdote.
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