
Maio é o mês dedicado a Maria e por este motivo, comemoramos neste segundo domingo o dia das mães. A importância da mulher, é confirmada pelo fato de que Deus escolheu uma para ser mãe do seu único filho e a escolhida, a virgem Maria, soube responder a este projeto divino. Dessa forma, a Igreja acredita que a mulher tem que ser valorizada e traz em Maria o protótipo da mulher pois ela resgatou a dignidade destas, em uma época que elas não eram valorizadas. Este mês, então, é dedicado à estas mulheres que têm em suas mãos o dom da vida e levam consigo o exemplo de Maria.
Maria, noiva de José, vivia em uma sociedade judaica, sob o domínio dos romanos, na qual a mulher era pouco valorizada. Em certo momento de sua vida, Deus a convida para ser a mãe de seu filho. “Maria entrou na história da salvação, pois seu Filho é nosso Salvador. Ela foi predestinada para sua missão na maternidade divina, concebida sem o pecado original”, afirma a Igreja. A virgem Maria disse “sim” a Deus e levou este “sim” às últimas conseqüências, sem perder sua fé, dignidade e esperança. “Ao aceitar ser mãe, aceitou também entrar na vida de Jesus. Maria o seguiu não somente como mãe, mas como discípula”, afirmam o téologos. A virgem Maria é um membro privilegiado e com uma das histórias mais sofridas da Igreja. “Maria é o modelo para os cristãos. Ela foi chamada a viver o caminho de Cristo e o viveu de modo pleno. Não a chamamos de Deusa ou ídolo. Maria é uma cristã que atingiu o máximo da perfeição”.
Maria aceita o desafio com Cristo, torna-se mãe dos cristãos, e também passa vitoriosa por suas tentações, como a de aceitar a morte do Filho e sofrer na Cruz junto a ele. Com isso, ela representa a força e a coragem das mulheres, que, por diversas vezes tiveram suas vozes caladas, mas que nunca desistiram de suas metas e lutam cada vez mais por seus direitos e por uma sociedade mais igualitária.
Maria, noiva de José, vivia em uma sociedade judaica, sob o domínio dos romanos, na qual a mulher era pouco valorizada. Em certo momento de sua vida, Deus a convida para ser a mãe de seu filho. “Maria entrou na história da salvação, pois seu Filho é nosso Salvador. Ela foi predestinada para sua missão na maternidade divina, concebida sem o pecado original”, afirma a Igreja. A virgem Maria disse “sim” a Deus e levou este “sim” às últimas conseqüências, sem perder sua fé, dignidade e esperança. “Ao aceitar ser mãe, aceitou também entrar na vida de Jesus. Maria o seguiu não somente como mãe, mas como discípula”, afirmam o téologos. A virgem Maria é um membro privilegiado e com uma das histórias mais sofridas da Igreja. “Maria é o modelo para os cristãos. Ela foi chamada a viver o caminho de Cristo e o viveu de modo pleno. Não a chamamos de Deusa ou ídolo. Maria é uma cristã que atingiu o máximo da perfeição”.
Maria aceita o desafio com Cristo, torna-se mãe dos cristãos, e também passa vitoriosa por suas tentações, como a de aceitar a morte do Filho e sofrer na Cruz junto a ele. Com isso, ela representa a força e a coragem das mulheres, que, por diversas vezes tiveram suas vozes caladas, mas que nunca desistiram de suas metas e lutam cada vez mais por seus direitos e por uma sociedade mais igualitária.
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